Sunday, September 30, 2007


FÊNIX – Poesia Cigana

De conversa pra lá, de conversa pra cá
gira, gira, o mundo
dou flores pra quem quer ficar
ganho anéis de quem quer me dar
nada me derruba, nem me deixa triste
gosto de sorrir, não gosto de chorar
sacudo a saia e volto a dançar
acendo a fogueira e vou rodopiar
converso com a Lua
brindo o céu com vinho tinto
pego meus tecidos e vou colorir poesias
cheiro a flor do manjericão
e tomo a espada da luta das ancestrais
meu coração é protegido e é feito para pulsar
as palavras dos meus olhos são refletidas no espelho
e quem quiser comigo poetar
os versos são mesclas das conversas das Estrelas
que cochicham aos ouvidos dos mortais

Anna
27.09.2007

3 Comments:

Blogger Analuka said...

Sim, os sussurros das estrelas, as partes e poeiras de suas conversas e vozes... são pura poesia e cintilância!...
Se é necessário morrer um pouco a cada hora, dia ou noite, deve ser para que possamos redescobrir a graça e a mágica de renascer, pelo desejo de ser, sonhar, amar... apesar de nossas fragilidades e medos...
Sim, as estrelas e luas conhecem muitos segredos!

Abraços alados,
e grata por tua visita lá no Ânkoras & Asas.

3:57 AM

 
Blogger Analuka said...

A vida pode ser uma linda aventura, se assim o permitirmos... Abraços alados azuis, Anna.

3:58 AM

 
Blogger Analuka said...

E onde andam as novas postagens por aqui?... Grata pelas visitas suaves e gentis, sempre benvinda tua presença delicada lá no Ânkoras & Asas! Abraços alados.

2:23 PM

 

Post a Comment

<< Home